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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Gripe A, um ano depois

Após a gripe aviaria tivemos o (des)prazer de nos depararmos com a polémica gripe suína, mas volvido um ano já ninguém fala sobre este assunto e poucos são os que se lembram das várias controvérsias que se geraram em torno desta gripe tão especial.
A sociedade parece ter-se esquecido do vírus e isso acontece sem grandes surpresas, pois o assunto deixou de ser rentável. No fundo, quem podia lucrar com a toda esta questão já encheu os bolsos e agora parece que o vírus já nem sequer existe.
Expus a minha teoria e as minhas conclusões finais, tendo por base factos reais e números concretos. (In)felizmente pude constatar que tinha razão e que as estimativas iniciais não correspondiam, nem de perto nem de longe, à situação real; infelizmente as manobras para lucro de alguns continuam a surgir sem que a maioria se aperceba.

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Depois do pico da gripe II: factos

Agora que já se está a completar um mês após o pico (garantia dada pela Ministra da Saúde e pela secretária-geral da OMS), o alarme mundial já se está a esvanecer e as farmacêuticas já lucraram com a corrida dos países às vacinas, que acabaram por ficar armazenadas em stocks aos milhões, o que vejo e concluo ao olhar para trás?

Vejo aquilo que via no início, quando o pânico se instaurou na sociedade e os meios de comunicação explodiram numa onda de reportagens sensacionalistas e manipuladoras:
- vejo médicos (ainda hoje) desinformados, cujas afirmações são inconsequentes;
- vejo um alargado conjunto de pessoas sem espírito crítico que acatam tudo aquilo lhes ordenam;
- vejo que desde Maio (altura em que a doença foi notificada no país) até fins de Dezembro  o número de mortes, que poderiam ocorrer em Portugal, nem se aproximou  do número avançado pelo director do Instituto de Higiene e Medicina Tropical: 75 000 mortes; em Portugal, morreram 57 pessoas e não 75 000 ;
- vejo que, como já é habitual, é tudo movimentado pela ganância tendo como único objectivo o lucro, sem olhar as meios.

Concluo que tinha razão e que agora, com o decorrer do Inverno, resta-nos apenas a gripe sazonal que prolifera (essa sim) pelo mundo nesta altura do ano, matando milhares de pessoas. Parece-me a mim bem mais real, não só mas também em número de contágios e de mortes, que a gripe A.

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Depois do pico da gripe I: vacinação

Após um aparato tão exagerado em relação à gripe A, apareceram as miraculosas vacinas e toda a consequente polémica relacionada com estas.

O pico previsto para ambas as gripes estava relacionado com o aumento dos dias chuvosos e frios, sendo o objectivo da campanha de vacinação evitar o aumento do número de infectados. Vários foram os médicos que, sem lerem as bulas das vacinas, disseram que não existia qualquer perigo, não tendo embora certezas em relação às suas consequências.


Não fui vacinada nem tão pouco desejo sê-lo, ainda me lembro das aulas de História para saber que outras epidemias deixaram consequências graves graças às vacinas miraculosas. Tomo como exemplo a vacinação contra a varíola como a mais frequente causa da doença iatrogénica, tal como nos é reportado pelo famoso British Medical Journal de 1967.

Obviamente, é imperativo que continuemos a tomar medidas gerais de prevenção de contágio e a educar os mais pequenos, e a nós mesmos, para as mesmas.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A novela H1N1 continua...

… mas não se preocupem muito, pois tudo leva a crer que depois desta teremos a gripe dos símios! No fundo o que importa é manter as pessoas paranóicas, para que alguns possam enriquecer e a sociedade não se preocupe com problemáticas mais urgentes e emergentes.

Todo este espectáculo, que nos tem enchido de forma desmesurada os noticiários, pelo menos permitiu-me ver claramente qual o futuro educativo a indicar aos meus futuros filhos. Tendo sido sugerido pelo G. Xarim, que já expressou implementá-lo em relação aos filhos dele, um bom plano educativo basear-se-ia em:

Licenciatura em Medicina, Mestrado em Branqueamento de capitais e, por fim, Doutoramento em Criação de ambientes pseudo-pandémicos!!

Não concordam?

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Vacinas mortais?

O processo que analisava a relação causal entre a vacina contra a gripe A e as mortes fetais foi dado como encerrado pela Agência Europeia do Medicamento, tendo sido a esta relação considerada “improvável”.
Perdoem-me por não recorrer ao dicionário, mas, do que conheço do português, o termo “improvável” utilizado na conclusão do estudo significa, exactamente, que não sabem se foi realmente esta a causa ou não.

O Infarmed recebeu duas notificações de morte fetal e existem, a nível europeu, mais oito, após a vacinação de mulheres grávidas. No entanto, esta autoridade considera ainda que «a relação entre os benefícios e os riscos da utilização da vacina contra a gripe pandémica em grávidas se mantém positiva».
É importante sublinhar que existem efeitos secundários como a síndrome Guillain-Barré que provoca paralisia e insuficiência respiratória, que podem levar à morte, e que o Executivo do Reino Unido está bastante preocupado, pois uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, que causou mais mortes do que a própria gripe.

A verdade é que muitos se queixam que deveriam ser feitos estudos que analisassem e testassem a vacina de forma a compreender os vários efeitos secundários, tanto os previstos como os supostos. Existe, porventura, algum estudo mais eficiente do que um que se realize a nível mundial?

Acho que já estamos a chegar a um ponto em que só podemos ver os resultados depois de vermos os mortos.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O plano diabólico dos ETs

Deparei-me com um blogue onde, numa onda de criatividade, uma das suas autora nos expõe uma teoria bastante alternativa sobre os agentes causais e o real objectivo da gripe A: a dominação do mundo pelos ETs (as criaturinhas verdes que se deslocam em OVNIs).
Passo a citar:

“Vejam como faz sentido: EUA, México e Brasil são os lugares onde há mais registro de aparições alienígenas, e são incrivelmente os lugares com mais focos da nova gripe. É bem verdade que já faz algum tempo que os ET's não fazem visitinhas ao planeta Terra, mas isso porque (felizmente) a NASA e esses paparazzi de plantão estavam atrapalhando o plano perfeito de dominação do mundo dessas criaturas medonhas. Foi então que muito espertamente os ET's partiram para o plano de infiltração supersecreta na Terra, para enfim conseguirem o domínio de mais esse planeta. Eles ficaram observando de longe vários chiqueiros do México até que um porquinho ficasse gripado, no momento certo eles recolheram um espirro do porquinho e levaram até o laboratório da nave para multiplicar o vírus. Com milhões de amostras do vírus eles partiram para a etapa final da missão, que foi borrifar gotículas contaminadas dentro das casas mexicanas e nas barraquinhas de taco, burritos e nachos espalhadas pela região (você encontra essas barraquinhas no México na mesma proporção que encontra barraquinhas de cachorro-quente aqui no Brasil). E pronto, está instaurado o caos na raça humana!”
Criado por X-mênia (http://suahipotese.blogspot.com)

Eu sou mais realista e continuo a afirmar que isto é tudo um estratagema para alguém (de raça humana) encher os bolsos, não de gripe ou ETs mas de dinheiro.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Factos por trás da Gripe A

- O que se esconde por trás da pandemia da gripe A?
- Que informação não é conhecida do público?
- Porquê a insistência em notícias que apenas geram o pânico?
São estas as perguntas a que me proponho responder com base em números da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Concelho Nacional de Segurança, não esquecendo que o mercado da indústria farmacêutica apenas é rentável quando existem doentes.

Cronologia
Em Março de 1997, foi descoberto na China o primeiro caso de gripe A, pelo subtipo H5N1, mais conhecido como gripe aviaria. Em Dezembro do mesmo ano, a gripe aviaria havia infectado 18 pessoas e causado a morte a outras 6.
Em meados de 2005, foi reportada a gripe aviaria em humanos no noroeste da China e no leste da Rússia. Em Genebra, na Suíça, a OMS alertou que com uma eventual epidemia da gripe aviaria e humana  os números de pessoas que poderiam morrer chegaria aos 7,4 milhões. No fim do ano, Bush visita a sede do Instituto Nacional da Saúde em Maryland comentado que a gripe aviaria nos EUA poderia matar 2 milhões de pessoas.
Em Junho de 2006, foi noticiado que a OMS considerava muito provável que tivesse ocorrido o primeiro caso de transmissão humana, em Sumatra, onde 8 pessoas foram infectadas, mas nenhuma morreu. Em Julho, já nada se falava da gripe aviaria.
Hoje as sociedades padecem do impacto paranóico e abusivo da nova epidemia da moda: a gripe suína (gripe A, subtipo H1N1).

Números
Dos 2 milhões de mortes estimadas que poderiam ocorrer nos EUA por gripe aviaria, não ocorreu nenhuma e a nível mundial as mortes ficaram longe da previsão dos 7,4 milhões com apenas 272 pessoas.
Parece um número bastante elevado, mas, fazendo as contas, anualmente a gripe aviaria foi a causa de morte de 39 pessoas por ano enquanto que a gripe sazonal, em igual período, matou 500 000. pessoas. Segundo o Concelho Nacional de Segurança, uma pessoa teria mais probabilidade de morrer electrificada por um raio do que pela gripe aviaria.
Segundo a OMS, a gripe suína, até meados de 2009, causou 382 mortes em todo o mundo, mas se compararmos com outras doenças:
- 2 milhões de mortes por malária (evitável com mosquiteiro)
- 2 milhões de morte por diarreia (evitável com soro)
- 10 milhões de mortes por doenças curáveis, como o sarampo ou a pneumonia
Contudo, a insistência mediática com a gripe suína parece imutável, mas porquê?

Lucro da indústria farmacêutica
Em 1996, a farmacêutica Gilead Sciences patenteou o Tamiflu como eficaz para vários tipos de gripe, de entre elas a gripe aviaria.
O governo dos EUA, no fim de 2005, tomou uma medida preventiva em relação à gripe aviaria, por se calcular que poderiam morrem 2 milhões de pessoas nos EUA. O Sr. Bush aprovou uma previsão orçamental de 7,1 biliões de dólares para planos de prevenção e medicação, dos quais 1,2 biliões de dólares estavam destinados a elaborar e adquirir 20 milhões de doses de vacinas contra a gripe H5N1. Ninguém morreu.
Ao surgir a gripe suína: a mesma farmacêutica, a mesma vacina e mais uns bons milhões investidos por vários países para a elaboração e aquisição da vacina. Compreende-se que seja algo que preocupe a todos, mas mesmo em relação às mortes que esta doença já causou (382), doenças curáveis continuam a matar muitas mais pessoas (10 milhões)!

Abram os olhos! Não é difícil perceber o que se passa… Que melhor maneira existe de comercializar senão gerar uma necessidade com base com medo e na paranóia da sociedade? Meus caros, estão a negociar com a nossa saúde e para isso mantêm a sociedade num estado de sufoco.

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