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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Livros em tardes soalheiras

Não é difícil encontrar um livro de que se goste, pois há os de todos os tipos e para todos os gostos, tendo cada um uma vida própria que nos oferece sempre algo de novo.

Por norma, dispenso mais tempo à leitura no Verão e é isto que os livros me fazem lembrar: tardes soalheiras em que os devoro, num recanto qualquer, enquanto sinto o cheiro e o toque...

Com as novas tecnologias surgiu o e-book e muitos já se renderam à leitura digital. Recusou-me a acreditar que os livros em papel deixarão de existir, prefiro considerar a co-existência de ambos os formatos.

Posto isto, vou continuar a deliciar-me com Mulheres de Charles Bukowski, com o qual posso estabelecer uma analogia a Californication, porque será?

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sábado, 7 de julho de 2012

Saudade e falta

Às vezes ficamos nostálgicos (e hoje calhou-me a mim), por isso sinto a necessidade de expressar com algum ressentimento que sinto saudade e falta, sabendo que são diferentes na definição e no sentir. Quero que saibam que:
- fazem-me falta;
- sinto saudades vossas e nossas;
- fazem-me falta os pequenos jantares semanais em que a única coisa menos boa era o facto de eventualmente acabarem e cada uma ir para a sua casa;
- sinto saudades das saídas à noite em que as bebidas eram gratuitas e conhecíamos algumas pessoas interessantes, sempre com muitos sorrisos e boa-disposição contagiante.


Porque há pessoas que passam pela nossa vida, mas permanecem no nosso coração...

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Walk-in closet

Para quem não sabe, um walk-in closet é um quarto criado para guardar roupas, sapatos e acessórios. Assim, em vez do tradicional guarda-roupa que por norma é pequeno e pouco espaçoso, dispõe-se de um local amplo e personalizado que, por isso mesmo, simplifica a tarefa de manter tudo organizado.

Sim, é um desejo consumista e utópico. So what? 
A verdade é que 90% das mulheres gostaria de ter um closet (grande ou pequeno), recheado de coisas lindas e a que pudesse chamar de seu.


Quero um assim com um ambiente clean, luminosidade, algum espaço,
um enorme espelho e uma cómoda com vitrina de jóias .


Para as pessoas que não podem comportar o gasto ou não têm espaço para montar um walk-in closet (eu, por exemplo), desenganem-se se pensam que não podem ter um closet mesmo num espaço reduzido. Este vídeo mostra como umas pequenas modificações podem fazer toda a diferença em termos de aspecto e funcionalidade de um guarda-roupa tradicional.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

É Natal!?

Cada vez o Natal começa mais cedo, ou pelo menos é o que nos querem fazer acreditar. Ainda faltavam quase dois meses para o Natal, é já se começavam a enfeitar as ruas com luzes e a adornar as montas das lojas.

Pessoalmente não gosto muito do Natal (com excepção das prendas, de celebrar no dia 25 o aniversário da minha avó e de até achar alguma piada às luzes que ornamentam as ruas durante a noite.) Tirando estas três excepções o Natal é algo penoso e considero que seja uma época para e das crianças!

Quando era criança, adorava o Natal. Era motivo para juntar uma grande parte da família em minha casa (40/45 pessoas). Com aquela idade não podia comprar o que queria, logo a ideia de me darem o que queria naquela noite, tornava tudo muito mais entusiasta, havia uma antecipação bastante estimulante, e dava um fascínio especial até mesmo à época em si.
Progressivamente, houve uma natural expansão familiar, pois as pessoas crescem, relacionam-se e eventualmente constituem a sua própria família e têm de conciliar, ou não, a sua família e a do parceiro ou optar por uma das duas, por isso o número de pessoas que compareciam foi sendo gradualmente reduzido para metade ou menos, numa tentativa de todos agradarem a gregos e a troianos.

Entretanto deixei de ser criança e passei a comprar esporadicamente o que quero, para além disto o mais habitual é querer coisas que são difíceis de serem outras pessoas a comprar. Foi nesta altura que o Natal perdeu totalmente o encanto que tinha e o comecei a percebe-lo de outra forma. Embora goste de estar com a família, até porque é a oportunidade anual, por excelência, para rever pessoas com as quais no resto no ano tenho muito pouco contacto, recuso-me a viver o Natal desta nova forma.

O Natal como eu o observo, é desprovido de magia e resume-se a uma penosa peregrinação a locais completamente cheios de pessoas com a mesma tarefa, escolher presentes. Pior do que isto é que no fim acabam por gastar rios de dinheiro em algo que as pessoas não precisavam ou até nem querem. Depois sucedem-se almoços e jantares, que parecem não ter fim, onde todos agem como se o mundo fosse maravilhoso, tentando ignorar a realidade.

É esta a razão pela qual esta data não passa de mais um dia no meu calendário, que se torna especial por ser o dia em a minha avó comemora o completar de mais um ano de vida.

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sábado, 11 de setembro de 2010

Rentrée

Julho foi um mês atribulado, Agosto mostrou-se preenchido e cheguei, assim, a Setembro com o blogue parado durante demasiado tempo. Mas o mundo não parou, as notícias continuaram a surgir (embora demasiado repetitivas) e a vida tem decorrido com a normalidade possível.
A "normalidade possível" é algo estranho para definir o último mês e meio, tendo em conta que alguns planos foram adiados e surgiram problemas impensáveis, não só pela sua improbabilidade, mas também pela sua gravidade.

O importante é que, com tempo, empenho e depois de algumas dores de cabeça exacerbadas, tudo pode voltar ao seu ciclo normal e, tendo em conta os desenvolvimentos que ocorreram nos últimos dias, posso até encarar Setembro como uma verdadeira rentrée. Uma rentrée, não no sentido da re-entrada ou do regresso, mas sim no sentido de encarar tudo o que se passou como um passo necessário para esta nova fase.
É altura de reanalisar situações, dedicar-me a outros projectos, delinear quais os caminhos a seguir e como percorrê-los.

No meio de tudo o que aconteceu, está a decorrer e se aproxima, algo se mantém: a atitude!


Nota: creio ser preferível não existirem referências ao jogo contra a Espanha no Mundial 2010. Sim, ainda estou envergonhada!

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Eu III

Sou aquilo que muitos queriam conseguir ser, porque sou o que quero ser. Sou eu e gosto!

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Daily life

By Ennokni


NOTA: O blogue não morreu, apenas não têm ocorrido acontecimentos relevantes (se não tivermos em consideração o constante bombardeamento feito pela comunicação social acerca de casos como a Casa Pia, etc).

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Eu II

Sou um hiato numa qualquer frase.
Talvez porque não sigo muitos padrões pré-estabelecidos e, mais importante que isto, tenho opiniões próprias sobre os mais diversos assuntos e quase sempre bem informadas e estruturadas.

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Eu I

Tóxica, acumulando dores e tristezas que com o tempo se transformam em veneno, para mim e para o meu corpo.
Sou assim e, quando o sou, poucas vezes me quero.

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sábado, 12 de dezembro de 2009

As linguagens do amor

As relações, normalmente, falham porque cada ser humano tem diferentes necessidades a nível amoroso e diferentes formas de expressar essas mesmas necessidades e o seu amor.
Segundo o Dr. Gary Chapman, terapeuta e especialista na reflexão sobre o casamento e a vida sentimental, todos nós temos um “love tank” que tem de ser preenchido para que possamos expressar o nosso amor pelos outros. Esta espécie de reservatório pode ser preenchido de diversas formas (actos, palavras, presentes, etc.), tal como nós podemos expressar o amor através de diferentes linguagens.
Tornou-se necessário dividir as várias linguagens do amor: palavras de afirmação, tempo de qualidade, receber presentes, actos de serviço e toque físico, estando comprovado que cada pessoa tem uma ou duas linguagens primárias que se revelam predominantes.

Para mim foi fácil identificar quais as linguagens predominantes na minha expressão, de qualquer forma, em jeito de confirmação, fiz o mini-teste (http://edified.org/myspace/lovelanguage) que apenas confirmou o que eu já suspeitava:

Os meus resultados:
Toque físico10
Tempo de qualidade 10
Palavras de afirmação 6
Actos de serviço3
Receber presentes1

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Poetizar-me...

Não, não sou poetisa, mas tenho um gosto especial por palavras. São elas mesmas que várias vezes me versejam, pela língua e pelos dedos, numa arte singela de expressar sentimentos ora doces ora amargos. Poetizo-me, retrato-me, desvendo-me, percebo-me e experiencio uma pseudo-ausência de mim própria quando escrevo.
Dois aspectos que são simultaneamente bons e menos bons de escrever prendem-se com o leitor que, normalmente, não consegue interpretar ou dar a conotação correcta ao que lê e, muitas vezes, é-lhe imperceptível o tom em que tais palavras seriam entoadas se proferidas.

Foram tantas as vezes que já me revelei a um caderno… De facto, foi a primeira relação conjugal que tive, mas não a mais fácil.

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sábado, 28 de novembro de 2009

Instantes

Gosto dos instantes que compõem a vida, por todas as razões boas e ou menos boas que posso, neste momento, imaginar. Gosto mais daqueles instantes que, não passando de meros instantes, conseguem fazer-me sentir feliz!

Todos estes fragmentos do tempo, que parecem gotas no oásis de uma vida, são todos eles importantes, embora apenas alguns deles sejam logo transformados, pelo peso que tiveram para nós a sua vivência, em memórias. Assim, a vida contínua e os instantes transformam-se em episódios registados.

Considero que há nos instantes uma certa espontaneidade e intensidade do momento e postumamente uma distância, duração e continuidade. É por isto que os adoro!

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Conhecem-me?

Quantos pensam que me conhecem, mas não sabem metade de mim.
Quantas coisas são ditas a meu respeito tão contrárias ao que realmente sou.
Quantos me confundem com a criança que no passado fui.
Quantos não me entendem.

Ninguém conhece os meus sonhos.
Ninguém conhece os meus segredos.

Os meus pensamentos mais profundos estão guardados dentro de mim…

Para todos sou um mistério.
Até mesmo para mim!

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"Desde que vi porcos a andarem de bicicleta...

...já nada me espanta"
É uma frase que poucos são aqueles que me ouvem dizê-la e, quando dita, não revela qualquer fundo de verdade literária, sendo, também por isso, apenas por mim usada como uma forma de expressão.

Porquê?
Única e simplesmente, porque ainda há alguns dias em que as pessoas ou algo me surpreende. Com as minhas vivências diárias, das quais retiro algumas lições de vida e armazeno experiências mais ou menos rentáveis, descubro que ainda é possível surpreender-me/surpreenderem-me e ficar contente e satisfeita. No entanto, há também o reverso da medalha, como aliás o há em tudo na vida, e tal como a surpresa existe pela positiva existe também o lado negativo da questão, em que a surpresa ocorre com o choque.

Causa-me um certo desconforto e sou obrigada a entrar num determinado estado de alerta que me incomoda, quando encaro a maldade que existe nas outras pessoas e não é em mim. Revolta-me, principalmente a crueza de algumas pessoas que, devido às circunstâncias podemos chamar de mais fortes, se atiram sobre os mais fracos, dirigindo-lhes palavras frias que podem causar danos psicológicos impensáveis. Revolta-se ainda mais, no entanto, que os mais fracos se sintam oprimidos e nem sequer ponham a hipótese de se defenderem.

Eu não sou boa pessoa e poucos são os que me consideram como tal, mas entristece-me saber que há tantas pessoas que não são tendencialmente boas (embora hajam crueldades lindas...).
Quem me dera conseguir alterar a percepção das minhas realidades e recriar para mim um éden que, embora com pecado original, pudesse surpreender-me mais pela positiva.

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